Privacidade
Política de Privacidade
O que coletamos, o que o outro lado enxerga em cada etapa e como você manda apagar. Sem letra miúda: as mensagens do chat ficam guardadas e podem ser lidas numa mediação — e você precisa saber disso antes de escrever a primeira.
Última atualização: 6 de setembro de 2026
01
O essencial, em poucas linhas
O MAZ existe para o serviço acontecer com segurança dos dois lados — e isso significa que a plataforma vê e guarda mais coisa do que um site que só apresenta pessoas. Sem rodeio:
- As mensagens do chat ficam armazenadas. Elas podem ser lidas pela equipe do MAZ na moderação e na mediação de um conflito. É o que permite decidir quem tem razão quando um serviço dá errado.
- O check-in registra foto, horário e localização do profissional no local do serviço. É pontual, no momento da chegada e da saída — não é rastreamento contínuo.
- Seu endereço aparece por etapas. Antes da confirmação, o profissional vê só o bairro; o endereço completo só depois que vocês dois confirmam e o pagamento está retido.
- Telefone e e-mail não são revelados a ninguém. A conversa acontece aqui dentro, e é por isso que você não precisa entregar seu número.
- Não vendemos seus dados. Usamos seus dados para divulgar o próprio MAZ apenas com o seu consentimento, que você concede e retira quando quiser, em Meus dados.
O detalhe de cada ponto está nas seções abaixo. Se quiser apagar tudo, é um pedido só — veja Seus direitos.
02
Quem é responsável pelos seus dados
O controlador dos dados tratados no MAZ é Mazam LTDA, CNPJ Pendente de confirmação do jurídico: [CNPJ], com sede em Pendente de confirmação do jurídico: [endereço].
Encarregado pelo tratamento de dados pessoais (DPO), nos termos do art. 41 da LGPD: Pendente de confirmação do jurídico: [nome do encarregado], pelo e-mail Pendente de confirmação do jurídico: [e-mail do encarregado].
Para qualquer assunto de privacidade, o canal é Pendente de confirmação do jurídico: [e-mail de contato].
03
Quais dados tratamos
Cadastro. Nome, e-mail, senha (guardada cifrada, nunca em texto puro), telefone e o papel escolhido (cliente ou profissional). CPF ou CNPJ quando há cobrança, assinatura ou verificação, porque a lei e o provedor de pagamento exigem.
Perfil do profissional. Foto, apresentação, categorias e especialidades, endereço-base, bairro, cidade, estado, raio de atendimento, meio de transporte, tabela de preços, disponibilidade e as avaliações que recebe.
Perfil do cliente. Localização, endereços de atendimento, preferências e o histórico de serviços contratados.
O que você publica. A descrição da necessidade, com as fotos e os arquivos que anexar.
Conversa e atendimento. As mensagens do chat e seus anexos, o que foi combinado (preço, data, escopo), as fotos e horários de check-in e check-out, a timeline do serviço e as avaliações dos dois lados. Detalhe nas duas seções seguintes.
Verificação do profissional. Documento com foto, selfie, comprovante de endereço, certidões e certificações, conforme a categoria.
Localização. A latitude e a longitude do endereço são calculadas a partir do que você digita. O GPS do aparelho é lido apenas no check-in e no check-out, e só do profissional.
Pagamento. Valor, meio de pagamento, situação da custódia e do repasse, chave PIX ou conta bancária do profissional. Os dados de cartão são digitados e guardados no ambiente do provedor de pagamento; o MAZ não armazena número de cartão.
Uso e navegação. Endereço IP e navegador guardados na sua sessão (segurança e prevenção a fraude), além de contadores de uso — quantas vezes seu perfil apareceu na busca, foi visto ou recebeu chamado.
04
As mensagens do chat — leia esta parte
Tudo o que é enviado no chat fica armazenado: texto, foto, áudio, localização compartilhada e a hora de cada mensagem. Não é criptografia ponta a ponta, e dizemos isso na cara: se fosse, nem nós conseguiríamos ler — e aí não haveria como mediar um conflito nem como bloquear um golpe.
Quem pode ler, e quando. No dia a dia, ninguém: a conversa é sua e da outra parte. A equipe do MAZ lê o conteúdo do chat em três situações, todas registradas na nossa trilha de auditoria:
- mediação de uma contestação, para decidir o destino do valor retido;
- apuração de denúncia de assédio, ameaça, fraude ou conteúdo ilegal;
- ordem judicial ou obrigação legal.
A checagem automática é diferente de leitura humana. O sistema verifica cada mensagem em busca de telefone, e-mail, link ou menção a outro aplicativo, e bloqueia o envio quando encontra. Essa checagem roda dentro da nossa própria plataforma: o conteúdo das suas conversas não é enviado a nenhum serviço de inteligência artificial de terceiro. Da tentativa bloqueada guardamos o registro do que foi detectado, para aplicar a penalidade.
Base legal. Execução do contrato (LGPD, art. 7º, V) para entregar a mensagem e sustentar o serviço; legítimo interesse (art. 7º, IX) para a segurança da plataforma, a moderação e a mediação; e exercício regular de direito em processo (art. 7º, VI) quando a conversa vira prova.
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Foto, hora e localização do check-in
Ao chegar no local, o profissional registra foto, horário e a localização do aparelho dele; ao terminar, registra a foto do resultado e o horário. As duas coisas aparecem na timeline do atendimento, visível para o cliente e para o profissional.
É pontual. A localização é lida no momento do check-in e do check-out, não durante o trajeto nem durante o serviço. Não há rastreamento contínuo, e o aparelho pede a sua permissão antes.
Por que existe. É o comprovante de que o profissional esteve no lugar e na hora combinados, e é o que sustenta a liberação do pagamento, a garantia e a mediação. Sem esse registro, qualquer disputa vira palavra contra palavra.
A foto do local mostra o ambiente onde o serviço acontece. Evite enquadrar documento, tela de computador, criança ou qualquer coisa que você não queira registrada — o cliente vê essa foto, e ela fica anexada ao atendimento.
Base legal: execução do contrato (art. 7º, V), porque é parte do serviço contratado, somada ao legítimo interesse de segurança das duas partes (art. 7º, IX).
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Documentos de verificação do profissional
Quem vai entrar na casa de alguém passa por verificação. Do profissional coletamos, conforme a categoria: documento de identidade com foto, CPF ou CNPJ, comprovante de endereço, uma selfie comparada à foto do documento, certidões de antecedentes, referências de clientes anteriores e certificações técnicas.
A selfie comparada ao documento é dado biométrico, que a LGPD trata como dado sensível. Ela é usada exclusivamente para confirmar que quem se cadastrou é quem aparece no documento — com base no art. 11, II, “g” (prevenção à fraude e segurança do titular nos processos de identificação). Não usamos essa imagem para reconhecer você em nenhum outro lugar, e ela não vai para plataforma de anúncio nem para qualquer finalidade de marketing.
O que o cliente vê é o resultado, nunca o documento. No perfil aparecem os selos do que foi conferido — identidade, endereço, antecedentes, certificação. Os arquivos ficam restritos à equipe de verificação, cifrados, com cada acesso registrado.
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O que o outro lado vê, e quando
No MAZ o dado aparece por etapas. Cada etapa revela o mínimo necessário para a etapa seguinte acontecer:
Antes de qualquer contato. O profissional aparece no mapa e na busca com foto, primeiro nome, categorias, nota, avaliações e a região onde atende. O cliente que publica uma necessidade aparece com o primeiro nome, o bairro e a nota — nunca com nome completo, endereço ou telefone.
Depois do match, no chat. Abre a conversa. Continua sem telefone, sem e-mail e sem endereço completo: o que vocês precisam combinar, combinam ali.
Depois da confirmação, com o pagamento retido. Aí sim o profissional recebe o endereço completo, o horário e as instruções de acesso. É o momento em que ele precisa disso para chegar.
Telefone e e-mail não são revelados em nenhuma etapa. Nem antes, nem depois. Se você quiser passar o seu número para a outra parte, isso é escolha sua e acontece fora do nosso alcance — e o chat bloqueia a mensagem, porque fora daqui não há custódia nem mediação.
O que é público de verdade: o perfil do profissional (foto, apresentação, categorias, região de atendimento) e as avaliações que ele recebe. As fotos que você anexa a uma necessidade são vistas pelos profissionais da categoria e da região — não anexe RG, CPF, contrato nem conta bancária.
Você controla parte disso: pode desligar a disponibilidade, editar o endereço, remover anexos, bloquear alguém ou encerrar a conta a qualquer momento.
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Por que tratamos, e com qual base legal
- Criar e manter sua conta, aproximar cliente e profissional, entregar as mensagens do chat, processar o pagamento em custódia, registrar o check-in e cobrar a assinatura — execução do contrato (LGPD, art. 7º, V).
- Verificar a identidade do profissional e prevenir fraude — prevenção à fraude e segurança do titular (art. 11, II, “g”, para o dado biométrico) e legítimo interesse (art. 7º, IX) para o restante.
- Moderar conteúdo, bloquear tentativa de levar a negociação para fora e mediar contestação — legítimo interesse (art. 7º, IX) e exercício regular de direito em processo (art. 7º, VI).
- Guardar registros de acesso e cumprir obrigações fiscais e contábeis — cumprimento de obrigação legal (art. 7º, II).
- Cookies não essenciais e comunicações de marketing — consentimento (art. 7º, I), que você pode retirar quando quiser.
- Divulgação do MAZ em plataformas de anúncio — consentimento (art. 7º, I), específico e separado do anterior. Ele é pedido em Meus dados, nunca marcado por padrão, e retirá-lo custa o mesmo clique que concedê-lo custou.
Decisões automáticas. Algumas coisas o sistema decide sozinho: bloquear uma mensagem que carrega contato externo, liberar o valor retido quando passam as 72 horas sem resposta, aplicar a taxa de um cancelamento em cima da hora e recalcular a pontuação de confiança. Você pode pedir revisão humana de qualquer uma delas (art. 20 da LGPD), pelos canais da seção Seus direitos. A decisão de uma mediação, essa, já é humana desde o começo.
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Com quem compartilhamos
Não vendemos seus dados. Compartilhamos apenas o necessário, e apenas com:
- A outra parte do atendimento — é o próprio serviço, e acontece por etapas. Veja O que o outro lado vê, e quando.
- Asaas, provedor de pagamentos, para cobrar o cliente, manter o valor em custódia, repassar ao profissional e processar a assinatura. Vão para lá os dados da cobrança e o documento de quem paga e de quem recebe, porque a regulação financeira exige.
- Resend, provedor de e-mail, para enviar as mensagens do sistema (verificação de conta, recuperação de senha, avisos do atendimento).
- Nominatim / OpenStreetMap, serviço de mapas, para transformar o endereço em coordenadas. Enviamos o endereço a ser localizado, não a sua identidade.
- Provedor de inteligência artificial (hoje a OpenAI, ou outro serviço compatível que venha a substituí-la), quando você usa os botões de criar descrição com IA. Vai para lá apenas o texto do rascunho que você escreveu, e ele passa antes por uma limpeza que remove CPF, CNPJ, telefone, e-mail, CEP, links e sequências longas de números. O conteúdo do chat não vai para lá — a checagem das mensagens roda dentro da nossa plataforma.
- Provedores de infraestrutura (hospedagem, banco de dados e armazenamento de arquivos), que operam sob contrato e sem autorização para usar os dados para outra finalidade.
- Meta (Facebook/Instagram) e Google, plataformas de publicidade — e apenas se você tiver autorizado. Não enviamos seu e-mail nem seu telefone legíveis: eles saem convertidos em um código irreversível (SHA-256), que serve só para a plataforma verificar se você já tem conta lá e mostrar (ou deixar de mostrar) um anúncio nosso. Detalhe na seção Publicidade do MAZ.
- Autoridades públicas, quando houver ordem judicial ou obrigação legal.
Mensagens do chat, fotos do atendimento e documentos de verificação não são compartilhados com nenhum parceiro comercial. Eles só saem daqui por ordem judicial.
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Publicidade do MAZ
O MAZ anuncia a própria plataforma no Facebook, no Instagram e no Google. Para isso, podemos montar listas de público — e você só entra numa lista dessas se tiver autorizado, em Meus dados. Essa autorização não vem marcada, não é condição para usar a plataforma e pode ser retirada a qualquer momento, com um clique, no mesmo lugar.
O que sai. Seu e-mail, seu telefone e seu nome, sempre convertidos em um código irreversível (SHA-256) — nunca em texto legível. Junto vai apenas a informação de que o país é o Brasil. Não sai CPF, endereço, foto, mensagem, avaliação, valor pago nem histórico de atendimento.
Para onde, e para quê. Para a Meta e para o Google, com uma única finalidade: eles compararem esse código com o de quem já tem conta lá, para mostrar um anúncio do MAZ — ou, no caso das listas de exclusão, justamente para não mostrar (é o que evita anunciar para quem já é assinante). As plataformas não podem usar essas listas para outra coisa, por contrato com elas.
Com que base legal. Consentimento (LGPD, art. 7º, I), registrado com data, hora, origem do pedido e a versão deste texto que você leu. Retirar o consentimento tira você das próximas listas; as listas já enviadas são atualizadas no ciclo seguinte, e você pode pedir a exclusão diretamente na plataforma de anúncio.
Quem nunca entra. Quem não autorizou, quem retirou a autorização, quem pediu a exclusão da conta e quem está com a conta desativada ou bloqueada — em qualquer combinação.
Relatórios internos sobre onde há procura por serviço (por cidade e categoria) não são feitos com dados pessoais: são contagens agregadas, com corte mínimo, que não identificam ninguém — e por isso não dependem deste consentimento.
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Transferência internacional
Nossa infraestrutura principal fica no Brasil. Alguns fornecedores — o serviço de e-mail, o de mapas, o de inteligência artificial e, quando você autoriza a publicidade, a Meta e o Google — podem processar dados no exterior, principalmente nos Estados Unidos. Nesses casos, a transferência acontece com as garantias previstas nos arts. 33 a 36 da LGPD.
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Por quanto tempo guardamos
- Conta, perfil e publicações: enquanto sua conta existir.
- Depois que você pede a exclusão: removemos em até 30 dias, incluindo fotos e anexos.
- Registros de acesso (IP e navegador): 6 meses depois que a sessão termina, como manda o art. 15 do Marco Civil da Internet.
- Links de verificação e de recuperação de senha: 7 dias depois de vencerem.
- Eventos do provedor de pagamento: 1 ano depois de processados — a cobrança em si fica os 5 anos fiscais.
- Histórico de uso do assistente de texto: 1 ano.
- Contadores de tentativas de login: 24 horas.
- Registros de atividade na conta: 90 dias — o que você fez no dia a dia (com IP e navegador).
- Registros de alteração de conteúdo e de cadastro: 1 ano — quem alterou uma necessidade, uma avaliação ou o próprio perfil.
- Registros de conversão de campanha: 1 ano — que você se cadastrou, publicou uma necessidade ou assinou depois de um anúncio.
- Dados de cobrança, custódia e nota fiscal: 5 anos, por obrigação fiscal.
- Registros de suporte, assinatura, exclusão de conta e moderação: guardados por prazo indeterminado, porque podem ser a prova de um acesso, de uma cobrança ou de uma decisão contestada.
Mensagens do chat, fotos e áudios do atendimento, mídia e localização do check-in: ficam enquanto a sua conta existir e enquanto aquele atendimento ainda puder ser contestado, reaberto em garantia ou levado à mediação. Não prometemos aqui um número de dias que o sistema ainda não aplica: quando o prazo definitivo for fixado, ele aparece na lista acima — que é escrita a partir do mesmo código que apaga.
Documentos de verificação do profissional: enquanto o perfil estiver ativo e pelo tempo em que a verificação puder ser questionada. Documento vencido e substituído é descartado quando o novo é aprovado.
Passado o prazo, a eliminação é automática — não depende de alguém lembrar de rodar nada.
Cópias de segurança seguem o ciclo de rotação e são sobrescritas normalmente.
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Como protegemos
- Tráfego cifrado (HTTPS) em todo o site.
- Senha guardada com algoritmo de hash, nunca em texto puro.
- CPF, CNPJ e documentos de verificação guardados cifrados, com acesso restrito a quem opera a verificação.
- Acesso interno restrito a quem precisa, com registro de cada leitura — inclusive das mensagens abertas numa mediação.
- Limite de tentativas de login e verificação de e-mail no cadastro.
- Arquivos enviados passam por validação de tipo e recebem nome gerado pelo servidor.
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Seus direitos
O art. 18 da LGPD garante a você, sem custo:
- saber se tratamos seus dados e acessar uma cópia;
- corrigir dado incompleto, inexato ou desatualizado;
- pedir anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários ou tratados fora da lei;
- pedir a portabilidade para outro fornecedor de serviço;
- saber com quem compartilhamos seus dados;
- revogar o consentimento e se opor a tratamento feito com base em legítimo interesse;
- pedir revisão humana de decisão automatizada (art. 20) — um bloqueio de mensagem, uma penalidade, a liberação automática do valor.
Um limite honesto: mensagens, fotos do check-in e registros de pagamento de um atendimento que já aconteceu não são apagados a pedido de um dos lados. Eles são prova da relação entre duas pessoas e do destino do dinheiro, e a lei nos obriga a guardá-los (LGPD, art. 16, I e III). O que apagamos é tudo o que não estiver preso a essa obrigação.
Para exercer qualquer um deles, escreva para Pendente de confirmação do jurídico: [e-mail de contato] ou fale direto com nosso encarregado, em Pendente de confirmação do jurídico: [e-mail do encarregado]. Respondemos em até 15 dias. Podemos pedir uma confirmação de identidade antes — é para impedir que outra pessoa peça seus dados no seu lugar.
Você também pode reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
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Menores de 18 anos
O MAZ é para maiores de 18 anos. Não criamos perfil nem tratamos dados de crianças e adolescentes de forma intencional. Se identificarmos um cadastro assim, ele é encerrado e os dados são eliminados.
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Mudanças nesta política
Podemos atualizar esta política quando a plataforma mudar ou quando a lei exigir. A data da última atualização fica no topo da página, e mudanças relevantes são avisadas na própria plataforma antes de valerem. Quando a mudança altera o que fazemos com o seu dado — como esta, que passou a descrever chat armazenado, custódia e check-in —, a autorização que você tinha dado deixa de valer e a pergunta é feita de novo.